Levar informação de forma imparcial,para contribuir na formação do cidadão consciente.Amo minha Terra Serrota -Pentecoste.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Trabalhador rural guarda 'fortuna' desvalorizada em casa no ES
Valdomiro Gonçalves é um trabalhador rural de 77 anos que possui um tesouro que não tem mais nenhum valor. Durante anos, ele e a ex-mulher, que já faleceu, escondiam dinheiro dentro dos colchões, armários e gavetas da casa onde moravam, em uma fazenda em Conceição do Castelo, na região Sudoeste Serrana do Espírito Santo. A moeda mudou em 1994, mas por falta de informação eles não ficaram sabendo e perderam todo o dinheiro que tinham. Até hoje, Valdomiro encontra as notas de cruzeiro e cruzado em algum canto da casa. O economista Laudeir Frauches explica que guardar dinheiro assim é um grande erro e todo indivíduo tem a obrigação de fazer algum tipo de aplicação.
De acordo com o economista, especialista em finanças pessoais, essa mania de guardar dinheiro em casa começou no governo de Fernando Collor de Mello, na década de 90. O plano de recuperação da economia confiscava a poupança dos brasileiros. Por esse motivo, o casal ficou receoso em voltar à investir na caderneta de poupança e resolveram juntar tudo em casa.
“Eu não quis mais colocar o dinheiro no banco e guardei em casa mesmo. A minha ex-mulher colocava dinheiro em baixo das coisas, das gavetas, nos armários e dentro dos colchões. Certa vez, os vizinhos que sabiam que eu guardava o dinheiro disseram que o que eu tinha estava perdido por que a moeda estava desvalorizada e não valia mais nada. E eu não consegui passar o dinheiro para frente”, contou Valdomiro
Para Laudeir Frauches, guardar dinheiro em casa é um grande erro. “Todo o indivíduo tem a obrigação de fazer aplicação. A pessoa não deve observar quanto ela vai ganhar, mas sim quanto vai pagar pelo investimento. Quem pega dinheiro e leva para o banco deve saber sobre as taxas de administração, acompanhar nos jornais quanto está a inflação e estar ciente que o governo também é sócio com o imposto de renda”, explicou.
O economista disse que a própria inflação devora o dinheiro e que a pessoa pode aplicar em empresas para ter lucros, comprar ações para ter dividendos, aplicar em um imóvel e alugá-lo. Frauches alerta que o dinheiro não pode ficar parado, disse que o importante é saber ser um bom aplicador para multiplicar o dinheiro para ter uma independência financeira na terceira idade e uma aposentadoria tranquila.
Após ataque à UPP, Bope ficará no Alemão por tempo indeterminado Três suspeitos foram detidos, um deles menor de idade. Na noite de terça-feira (23), uma PM foi morta com tiros de fuzil.
Após o ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, no conjunto de favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, na noite de segunda-feira (23), o Batalhão de Operações Especiais (Bope), que faz buscas aos criminosos nesta terça-feira (24), vai patrulhar a região por tempo indeterminado.
A soldado Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, foi morta com um tiro no peito durante o tiroteio.
Por volta 11h30, três suspeitos foram detidos, um deles menor de idade, por homens Bope. Eles foram levados para a 21ª DP (Bonsucesso). Os dois maiores possuem antecedentes criminais, segundo a polícia.
O policiamento foi reforçado em todo o entorno do Alemão, na manhã desta terça. Circulam pelas principais vias da região patrulhas do 16º BPM (Olaria) e do 22º BPM (Maré). No interior da favela, homens do Bope vasculham ruas e becos atrás dos criminosos. Foram apreendidos um colete à prova de balas, cocaína, maconha e um artefato explosivo.
O coordenador das UPPs, coronel Rogério Seabra, disse, na manhã desta terça, que os coletes à prova de balas usados nas unidades não seguram tiro de fuzil. Segundo ele, os policiais das UPPs usam equipamentos adequados para ações cotidianas. Mas o oficial nega que ocorram mudanças no trabalho dHomenagem
Seabra disse que não pretende aumentar o efetivo na UPP, que hoje tem 240 policiais. Segundo ele, os mais de 1.200 homens de todas as UPPs são mais que suficientes para o trabalho que têm de executar.
Ele aproveitou para prestar uma homenagem à soldado morta, falando da importância da presença feminina nas UPPs.
"Presto minha homenagem e agradeço o empenho e a importância do trabalho das policiais femininas, que representam 9% dos policiais da PM e 11% do efetivo das UPPs. O trabalho da soldado Fabiana não foi em vão. Vamos continuar trabalhando para levar cidadania e segurança às pessoas da comunidade", disse Seabra.as UPPs daqui em diante.
Tiroteio intenso
O tiroteio que terminou com a morte da soldado Fabiana durou entre 30 a 40 minutos, de acordo com os policiais da região.
Moradores assustados, contam, sem se identificar, que a noite de segunda-feira foi bastante tensa. O confronto, segundo policiais da UPP, começou por volta das 20h30, quando equipes em patrulhamento abordaram um grupo de cinco a seis homens na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Os suspeitos trocaram tiros com os policiais. Um PM ficou ferido.
Meia hora depois, em outro tiroteio, os criminosos atacaram a UPP de Nova Brasília, matando a soldado Fabiana. Ela foi socorrida pelos próprios colegas e chegou a ser levada para um posto médico dentro da própria comunidade. A soldado, que estava na polícia havia pouco mais de um ano, era solteira e não tinha filhos. A família dela mora em Valença, no interior do estado.
Ocupação do Alemão
O conjunto de favelas do Alemão foi ocupado pelas Forças de Pacificação em novembro de 2010 e provocou uma fuga em massa de traficantes. Em setembro do ano passado, houve o primeiro grande ataque dos criminosos. Disparos foram feitos de pontos diferentes da comunidade, ao mesmo tempo. O policiamento precisou ser reforçado. Na época, o Exército divulgou um vídeo que mostrava a venda de drogas na Vila Cruzeiro.
O Exército saiu da região no início deste mês e deixou a segurança sob responsabilidade da Polícia Militar. No Alemão, já estão instaladas as unidades do Adeus e da Baiana, da Fazendinha e Nova Brasília. Essas duas últimas ganharam sede definitiva há quinze dias. Na Penha, já funcionam as UPPs da Chatuba e dos morros da Fé e Sereno.
Apesar da instalação das seis UPPs, os ataques dos traficantes não cessaram. Em junho, criminosos atiraram contra a UPP de Nova Brasília. Na semana passada, duas equipes de PMs foram atacadas na Fazendinha. Em um dos ataques, bandidos lançaram uma granada de fabricação caseira contra um carro da polícia. Ninguém ficou ferido.
Em todo o Rio, já são 25 UPPs, beneficiando mais de 140 comunidades. Mais de 5,5 mil policiais estão nas áreas pacificadas.
Governo espera que operadoras voltem a vender chips em 15 dias Operadoras estão impedidas de vender desde esta segunda-feira. Liberação é de responsabilidade da Anatel, que é agência independente.
Governo espera que operadoras voltem a vender chips em 15 dias
Operadoras estão impedidas de vender desde esta segunda-feira.
Liberação é de responsabilidade da Anatel, que é agência independente.
“Ela evidentemente está muito interessada e queria saber como vamos sair disso. Falei para a presidenta resumidamente de que não temos a expectativa de que em 10 dias ou 15 dias esses problemas [falta de qualidade nos serviços prestados] estarão solucionados. [Mas] nós achamos que em 15 dias, por exemplo, é um prazo muito razoável para apresentar [os planos de investimento] e garantir que os problemas serão resolvidos em um cronograma que vai ser seguido a cada dois meses, a cada três meses pela Anatel”, declarou o ministro após deixar o palácio.
O governo, afirmou, não tem pressa para liberar a venda de novas linhas, mas considera o prazo de 15 dias suficientes para a apresentação de um compromisso.
“Ela [a presidente Dilma Rousseff] acha que foi bem conduzido pela Anatel e tem que ser bem conduzido agora. Eu falei: ‘presidenta, nós não vamos resolver isso em 15 dias, mas nós achamos que num um prazo de 15 dias é possível ter um plano, ter compromissos públicos que sinalizem pra solução desses problemas’. E aí autorizamos a vender os chips, as novas linhas, condicionada ao cumprimento desses compromissos”, explicou o ministro.
De acordo com o ministro, o plano de melhoria apresentado pelas operadoras será publicado no site da Anatel, de forma que os consumidores poderão acompanhar os compromissos firmados. "O público de maneira geral vai poder fazer também o acompanhamento porque nós vamos colocar no site da Anatel os compromissos que as empresas vão assumir”, disse.
Paulo Bernardo reconheceu que a medida foi “dura”, mas “inevitável”. “Nós consideramos que foi uma medida muito forte, muito dura mas que era inevitável. Nós tínhamos um volume de reclamações muito grande e era preciso dar uma arrumada um freio de arrumação no setor e, por conta disso, acho que a Anatel agiu corretamente”, afirmou.
O próprio ministro admitiu que sua operadora de celular, a TIM, apresentou problemas na semana passada. “Ele [celular] começou a funcionar, mas de fato na sexta-feira ele estava sem rede 3G. Imagina, se eu quisesse tuitar reclamando não ia poder”, brincou.
A embaixada italiana procurou o Ministério das Comunicações para tratar do caso da TIM, mas Paulo Bernardo minimizou o episódio e negou que haja um problema diplomático.
“Ela [TIM] é uma empresa nacional, tem capital italiano, deve ter capital de outros países, mas é uma empresa nacional. Está sujeita às normas nacionais, assim como a Oi, a Claro, a Vivo. Isso não pode ser tratado como um problema diplomático, um incidente diplomático, na verdade, é um incidente com o consumidor brasileiro”, afirmou.
Festival promove atividades de capoeira e da cultura negra no Ceará Evento acontece até 29 de julho em Fortaleza e na Praia de Parajuru. Programação traz debates e oficinas com capoeiristas de diferentes países.
O V Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afrodescendentes – Tribos, Berimbaus e Tambores 2012 segue até domingo (29) no Ceará. O evento é promovido pelo Centro Cultural Capoeira Água de Beber (Cecab). Até dia 27, o festival tem programação no anfiteatro do Dragão do Mar e Beira Mar, SESC Iracema e Mercado dos Pinhões. Nos dois últimos dias, as atividades vão ser realizadas na Praia de Parajuru, a 110 km de Fortaleza.
Entre os convidados do V Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afrodescendentes estão o Mestre Lua Rasta (BA), Mestre Kall (Ave Branca – DF), Mestre Luiz Renato Vieira (Beribazu – DF) e Contramestre Pingo (Aruê Capoeira – DF). Além dos capoeiristas do Ceará, cerca de 50 praticantes de capoeira são esperados no festival, vindos de vários estados do Brasil e de outros países, como Venezuela, Hungria, França, Turquia e Holanda.
A programação tem espaços para debates, feiras, exposições, exibições de filmes e outras apresentações culturais. Oficinas de confecção de bonecas Abayomi, de dança afro-cubana e de salsa cubana, de fabricação de instrumentos e de danças brasileiras também integram o festival.
Além das atividades no Anfiteatro do Dragão do Mar e no Anfiteatro Beira Mar, no SESC Iracema e no Mercado dos Pinhões. O evento também vai desenvolver um intercâmbio França – Brasil entre jovens do Ceará e jovens da Associação Capoeir'Art de Marseille – França na comunidade do Riacho Doce, onde é feito um trabalho social. A programação completa está disponível no site do Cecab.
V Festival Internacional de Capoeira e Tradições Afrodescendentes
Dos dias 23 a 29 de julho (nos dos últimos dias será na praia de Parajuru).
Locais: Anfiteatro do Dragão do Mar e Beira Mar, SESC Iracema e Mercado dos Pinhõ
Coletes usados nas UPPs não seguram tiro de fuzil, diz coronel Coordenador das UPPs, Rogério Seabra afirma que não fará mudanças. PM foi morta com tiro no peito em tiroteio no Alemão, usando colete.
O coordenador das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), coronel Rogério Seabra, disse, na manhã desta terça-feira (24), que os coletes à prova de balas usados nas unidades não seguram tiro de fuzil. Segundo ele, os policiais das UPPs usam equipamentos adequados para ações cotidianas. A soldado Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, morta com um tiro no peito durante um ataque à UPP de Nova Brasília, no conjunto de favelas do Alemão, na noite de segunda-feira (23), estava usando colete.
"O colete empregado nas unidades de pacificação são adequados para ações cotidianas. O colete para fuzil é utilizado e operações táticas, como fazem o Batalhão de Operações Especiais, por exemplo. Como em qualquer outro quartel, a policial estava usando um equipamento adequado para o tipo de serviço que exerce. As atividades de uma UPP são mais amplas, de proximidade com a comunidade e não somente de confronto", disse Seabra.
O coronel afirmou ainda que a policial foi atingida quando trabalhava na área do seu posto normal de trabalho. Ele negou que ela estivesse pedindo reforços naquele momento. Desde a noite de segunda-feira, quando houve o ataque, o policiamento em todo o conjunto foi reforçado por homens do Batalhão de Choque e do Bope, que procuram pelos criminosos que mataram a policial. Mas o oficial nega que ocorram mudanças no trabalho das UPPs daqui em diante.
"Agora estamos ampliando as ações de busca, apuração e investigação. Mas nosso processo de trabalho é buscar cada vez mais proximidade com a comunidade. Trabalhamos em defesa da cidadania e da sociedade. Ações criminosas desse tipo não se combatem com mais armamento, mas com investigação e com a proximidade com a população. Os moradores também estão indignados com o que aconteceu e poderão ajudar a polícia com informações que levem aos criminosos, seja pessoalmente ou pelo Disque-Denúncia", enfatizou o coronel.
Homenagem
Seabra disse que não pretende aumentar o efetivo na UPP, que hoje tem 240 policiais. Segundo ele, os mais de 1.200 homens de todas as UPPs são mais que suficientes para o trabalho que têm de executar.
Ele aproveitou para prestar uma homenagem a soldado morta, falando da importância da presença feminina nas UPPs.
"Presto minha homenagem e agradeço o empenho e a importância do trabalho das policiais femininas, que representam 9% dos policiais da PM e 11% do efetivo das UPPs. O trabalho da soldado Fabiana não foi em vão. Vamos continua trabalhando para levar cidadania e segurança às pessoas da comunidade", disse Seabra.
Tiroteio intenso
O tiroteio que terminou com a morte da soldado Fabiana durou entre 30 a 40 minutos, de acordo com os policiais da região. O policiamento foi reforçado em todo o entorno do Conjunto de Favelas do Alemão, na manhã desta terça. A todo instante circulam pelas principais vias da região patrulhas do 16º BPM (Olaria) e do 22º BPM (Maré). No interior da favela, homens do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) vasculham ruas e becos atrás dos criminosos.
Moradores assustados, contam, sem se identificar, que a noite de segunda-feira foi bastante tensa. O confronto, segundo policiais da UPP, começou por volta das 20h30, quando equipes em patrulhamento abordaram um grupo de cinco a seis homens na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Os suspeitos trocaram tiros com os policiais. Um PM ficou ferido.
Meia hora depois, em outro tiroteio. Os criminosos atacaram a UPP de Nova Brasília, matando a soldado Fabiana. Ela foi socorrida pelos próprios colegas e chegou a ser levada para um posto médico dentro da própria comunidade. A soldado, que estava na polícia havia pouco mais de um ano, era solteira e não tinha filhos. A família dela mora em Valença, no interior do estado
Primeiro PM de UPP morto
O tiroteio que terminou com a morte da soldado Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos,na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, no Alemão, na Zona Norte do Rio, durou entre 30 a 40 minutos, de acordo com os policiais da região.
O policiamento foi reforçado em todo o entorno do Conjunto de Favelas do Alemão, na manhã desta terça-feira (24). A todo instante circulam pelas principais vias da região patrulhas do 16º BPM (Olaria) e do 22º BPM (Maré). No interior da favela, homens do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) vasculham ruas e becos atrás dos criminosos.
Moradores assustados, contam, sem se identificar, que a noite de segunda-feira (23) foi bastante tensa. O confronto, segundo policiais da UPP, começou por volta das 20h30, quando equipes em patrulhamento abordaram um grupo de cinco a seis homens na localidade conhecida como Pedra do Sapo. Os suspeitos trocaram tiros com os policiais. Um PM ficou ferido.
Meia hora depois, em outro tiroteio. Os criminosos atacaram a UPP de Nova Brasília, matando a soldado Fabiana.
"Ela não estava sozinha na base. Tinha mais cinco policiais na base, mas o tiroteio foi muito intenso. Ninguém sabia de onde estavam partindo os tiros", disse um soldado que se formou uma turma depois dela.Primeiro PM de UPP morto
Esse foi o primeiro caso de policial militar morto em serviço numa comunidade com presença de uma UPP. A PM foi morta durante o confronto e moradores ficaram em pânico. De acordo com a polícia, houve dois ataques. No primeiro, na localidade conhecida como Pedra do Sapo, os criminosos atiraram contra um carro da PM. Os policiais reagiram, mas não houve presos.
O segundo ataque, que terminou com a morte da soldado Fabiana, aconteceu contra a base da UPP Nova Brasília. Fabiana foi socorrida pelos próprios colegas e chegou a ser levada para um posto médico dentro da própria comunidade. A soldado, que estava na polícia havia pouco mais de um ano, era solteira e não tinha filhos. A família dela mora em Valença, no interior do estado.
Assinar:
Postagens (Atom)




